tornando inefável, a orgia da mente.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
OLHARES CONTRASTANTES
tornando inefável, a orgia da mente.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
POEMINHA PARA UM ESPLÊNDIDO CREPÚSCULO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
FAMÍLIA – A ÁRVORE DA VIDA
domingo, 29 de abril de 2012
TRIBUTO AO AMIGO JOSÉ CLÁUDIO - CACÁ
Do tupi, Ita, pedra e bira, que brilha,
A Itabira gerou Drumond e a alegria,
Moldou José Cláudio, em igual trilha.
De José Felipe e de Dona Maria Delfina,
O filho herdou o José, também o Adão,
Da prole, oito irmãos, a família genuína,
Amor e filhas, forças de sua emoção.
Em todas as suas andanças, peregrinação,
Viveu em Mariana, nossas Minas tão Gerais,
Sonhou sonhos que eram só seus, a ilusão,
De resgastar a aura romantica dos festivais.
Em suas buscas, no Horizonte Belo aportou,
Na sua rica história, muitas mazelas e alegria,
Desacertos, tombos e muitas vitórias somou,
Das pedras no caminho, degraus para alforria.
Homem de ferro, espírito forte e de vontade,
Doce homem da poesia, o amigo tão sensato,
Doa-nos a beleza d’alma, com a simplicidade,
Retrata o dia a dia, na prosa o talento nato.
Espiritualidade, coerência e a consciência,
Esteios do seu ético e fiel comportamento,
Merece de todos o respeito, pela decência,
Todo sucesso na vida é seu merecimento.
*Todo o meu carinho e amizade a você, Zé.
Celêdian Assis
domingo, 4 de dezembro de 2011
VOOS E VOZES

Sopra uma aragem
e em pousos acidentais
balouçam segredos,
pensamentos triviais
suscitam desejos,
de voo longínquo
e outros bafejos,
de ser ubíquo,
em sonhos alados,
voar e pousar,
rompendo o vento
e significados
da voz das coisas.
Celêdian Assis - 21/11/11
domingo, 20 de novembro de 2011
TÚNEL
Hoje acordei assim:
Taciturna,
Sorumbática,
Macambúzia.
Sensação estranha
de falibilidade,
inércia,
não presumida,
nem consentida.
Listei na memória,
livros e textos que não li,
amigos que não revi,
poesias que não escrevi,
impressões que não troquei,
amores que não senti,
coisas que não conclui,
tanto que não aprendi,
na vida que já vivi.
É como se me perdesse
no labirinto de mim,
de um tempo túnel,
espiralizado e no fundo,
concêntrica(mente),
me encontro estranhamente
só com a presença de mim.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
TATUAGEM
Ali no velho tronco,
uma pele surrada
de sol, luz e calor,
de chuva, seiva
de vento, idas e vindas
do tempo, sobrevivente,
imitando casca de gente
que o tempo tatuou
e resistente, guarda
no tronco erguido
marcas de um seio
que alimenta a vida.
Celêdian Assis - 13/10/11
sábado, 5 de novembro de 2011
POSSIBILIDADES (poema 5)

TEMP(O)RALIDADE e ABSTRAÇÕES
Série de poemetos meus inspirados na obra de Jones A. dos Santos, psicólogo, psicoterapeuta e segundo palavras dele, experimentador das artes ( escultura, pintura, escrita e fotografia ), Porto Alegre - RS – Brasil. http://ensaiosjones.blogspot.com/ e http://jonespoa.blogspot.com
POSSIBILIDADES
Já descorada, debruçou exausta,
ignorou o verde à sua volta,
sabe que será húmus,
depois de fartar-se da seiva,
que outrora encontrou bruta,
planeja juntar-se às outras,
para elaborar outras vidas.
Os homens?
Não podem adubar o chão,
quando finda a vida,
apenas podem deixar sementes,
se férteis ou não,
depende se suas sábias escolhas.
Celêdian Assis
03/10/11
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
NATURAL(IDADE) (poema 4)

Do álbum de fotos de Jones Poa- RS
TEMP(O)RALIDADE e ABSTRAÇÕES
Série de poemetos meus inspirados na obra de Jones A. dos Santos, psicólogo, psicoterapeuta e segundo palavras dele, experimentador das artes ( escultura, pintura, escrita e fotografia ), Porto Alegre - RS – Brasil. http://ensaiosjones.blogspot.com/ e http://jonespoa.blogspot.com
NATURAL(IDADE)
Tempo, intempéries
metamorfose
contraste de vida verde
e rugas enegrecidas
pintas, nevos, sardas
superficialmente marcada
ainda guarda, um tom dourado
tal como peles surradas de gente
os brilhos únicos da senescência
Por Celêdian Assis - 03/10/11
domingo, 23 de outubro de 2011
ABRAÇO (Poema 3)

Aquarela "Abraço" do artista Jones Poa - RS
TEMP(O)RALIDADE e ABSTRAÇÕES
ABRAÇO
Aninhadas as formas,
contornos aconchegados,
no olho mágico,
de olhar terno,
vislumbro afetos,
nas nuances suaves,
da carícia de um abraço
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
ANOITECER NO LAGO (Poema 2)

Anoitecer no lago - fotografia do álbum de Jones Poa
TEMP(O)RALIDADE) e ABSTRAÇÕES
Série de poemetos inspirados na obra de Jones A. dos Santos, psicólogo, psicoterapeuta e segundo palavras dele, experimentador das artes ( escultura, pintura, escrita e fotografia ), Porto Alegre - RS – Brasil. http://ensaiosjones.blogspot.com/ e http://jonespoa.blogspot.com
ANOITECER NO LAGO
Pairam na lâmina d'água,
cisnes, reflexos e cores,
espelhando a leveza,
do dia que definha langue,
exaurindo os últimos fios dourados,
legando à noite, lugar,
para que ela ainda tímida,
lance os primeiros fios de prata
e aos olhos do homem,
restitua a paz, harmonia,
que se refratam na alma.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
FLORES MORTAS CHEIAS DE VIDA (Poema 1)

TEMPO(ORALIDADE) e ABSTRAÇÕES
Série de poemas inspirados na obra de Jones A. dos Santos, psicólogo, psicoterapeuta e segundo palavras dele, experimentador das artes ( escultura, pintura, escrita e fotografia ), Porto Alegre - RS – Brasil. http://ensaiosjones.blogspot.com/ e http://jonespoa.blogspot.com
Ao amigo Jones Poa, o meu agradecimento por disponibilizar seu belíssimo acervo de fotografias e aquarelas, que traz em cada uma delas a manifestação da vida, nas suas mais inusitadas formas. Obrigada meu amigo Jones.
FLORES MORTAS CHEIAS DE VIDA
As flores de jacarandá,
como que desmaiadas na calçada,
atapetando-a e indefesas,
sustentando apenas a própria leveza,
deixam-se levar ao sabor do vento,
para exalar seus perfumes,
pintando de suaves cores,
caminhos por onde,
olhares sutis desfilam
e inebriados todos os sentidos,
extasiam-se pela beleza,
das já mortas flores,
que ainda assim insistem,
em dar vida às nossas emoções.
(por Celêdian Assis)
sexta, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
APRESENTAÇÃO DO LIVRO ARDENTIA
APRESENTAÇÃO
A obra Ardentia é do começo ao fim um convite à elevação do pensamento ao mais alvissareiro caminho, o qual pode nos conduzir à consciência de sermos e estarmos inseridos no mundo, com o único objetivo de sermos felizes, encontrando a harmonia entre nós e o meio. O poeta Claudio Santos, tem a característica marcante de manter o altruísmo em uma linha constante, enlevando os sentimentos e envolvendo o leitor com o seu contagiante positivismo. Traz em seu estilo inusitado, a peculiaridade de produzir sonoridade, intensidade, arrebatamento, traduzindo-se palavras e versos em mais pura emoção. A sua obra é também a representação de sua trajetória na vida, experiências vividas, sonhos, desejos, anseios, que se concretizam com a superação, na alegria de “Ter morrido homem e renascido poeta...“.
Já no início em, Vá com Deus, percebe-se a sua firmeza e as suas certezas, que vão se fortalecendo a cada poema. Na exaltação da poesia como o pilar de sustentação de suas emoções, deixa extravasar da alma o alimento que dá a si próprio e com o qual se sustenta, “Só consigo entender a vida, através da inconfundível melodia, da poesia!” e que igualmente serve de alimento ao seu leitor, “Todo o meu ser pulsa essa meta: servir de seta, para quem na vida resolveu se voltar para a subida”. Inspira-se na simplicidade das coisas, na magnitude da natureza, na intimidade da alma e faz de cada verso um canto, que brota naturalmente das suas convicções, “Em algum momento, a mente desembaça...O sol interior volta a falar mais alto...”. Emociona-se e emociona-nos grandemente, com calma prega esperança, “Simples assim, não existe fim, apenas, transformação!” Com tranquilidade, demonstra confiança no seu caminhar rumo ao seu alvo maior, o de compartilhar o positivo, o construtivo, o evolutivo, “Meu sonho é abrangente. Abraça toda a gente...”. Sabe que metamorfoseando sempre, nasce, cresce, morre, renasce e se agiganta. Com a mesma firmeza e lucidez grita a injustiça, repreende a insensatez, “Sem os, absurdamente badalados, vilões, sem, os malfadados grilhões, o mundo será melhor!”. Sem perder de vista a sua espontaneidade, fala de suas paixões com naturalidade, “A paixão, deixa-nos mais pulsantes, mais vivos, em múltiplos sentidos”. Com a percepção dos sentidos apurada para a criação, vê maravilhado e transforma em poesia, o nascer de um dia especial na beleza das flores, na simplicidade das atitudes dos animais, na magia celestial, no brilho das manhãs douradas de sol, e como a um jardineiro, planta, aduba, rega e cuida do que lhe é caro na vida, o sabor de sentir e passar emoção.
E é assim que a leitura do livro de Cláudio Poeta, que nasceu de seu dom natural para a poesia, nos transporta à emoção, “ Esbanjando harmonia, dentro de sua sinfonia, plena de ardentia!
Diante de tão vasta criação poética, arremato com toda a minha admiração, que o leitor certamente encontrará na oportunidade de ler, Ardentia, o prazer inenarrável de desfrutar de momentos ímpares de deleite com a autêntica poesia.
Honrada e emocionada, agradeço pela oportunidade de apresentar tão bela obra.
Celêdian Assis de Sousa
Para adquirir o livro clique em: http://perse.doneit.com.br/Paginas/DetalhesLivro.aspx?ItemID=754
domingo, 4 de setembro de 2011
POETAMIGO
Compor um soneto para um exímio poeta,
requer destreza e extrema habilidade,
hoje, os versos exatos não são minha meta,
são apenas mimos, para o amigo de verdade.
Do poeta, conheço sua postura correta.
Do amigo, a alma bela, amabilidade.
Ora! Como agraciar a parte mais dileta,
se, fundem-se na mais perfeita unicidade?
Quisera eu saber das notas musicais,
em afinado tom compor-lhe uma ode
e declamar-lhe alto, como nos recitais,
a alegria de sentir a vida que em ti eclode,
no que setembro trouxe em distintos rituais,
ares primaveris e a gênese de grande dote.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
POESIA NA PAISAGEM DO TEMPO
uma seca abrupta que todo o verde recolhe
e encerrando no cerrado, um certo desgosto,
de um certo rastro de vida que se encolhe.
O galho ressentido ainda guarda o gosto,
do outono, (das folhas que surrupiou-lhe
o inverno), mas resistindo bravo ao agosto.
E a poesia mesmo cega, um olhar lançou-lhe,
através dos olhos vivos e ávidos do poeta,
por colher de cada galho seco e tosco,
a vida daquela imagem tão real e concreta,
camuflada, projetava-se no tom fosco,
sobretudo, parecia minh’alma quieta,
sem aridez , com a vida retomando seu posto.
domingo, 17 de julho de 2011
ENTRE VIDA E POESIA
mesmo na suposta opacidade delas,
que escondem as agruras do cotidiano,
aos olhos do poeta, no limite do homem
desenham-se palavras entre espaços,
na linguagem feita de suas escolhas,
em pequenos atos, gestos de ternura,
sem melancolia pelos silêncios e ecos,
mas aguçados pela consciência deles,
ouvidos apenas num ponto imaginário,
num cume, no qual se almeja, ver ao longe,
além de outros pontos, a real coexistência
de lugares e momentos, mágicos e únicos,
onde as sombras falem do sol dos caminhos
e os ventos livres soprem as aragens mornas,
como carícias leves, sussurros de brisa cálida,
esboçando sons tão sutis e ainda dispersos,
onde se supõe, tudo se renova e se apagam
os reticentes pontos de uma vaga existência,
das linhas frias que o destino vai traçando,
deixando entrever caminhos que seguem adiante,
que ora se entrecortam, ora desviam-se os rumos
e ainda que sejam linhas sulcadas na palma clara,
são vias, esses percursos sempre surpreendentes
sabiamente, revelados pelo destino, passo a passo,
que apenas com simplic(idade) e matur(idade)
sagac(idade), seren(idade) e sensibilid(idade)
desvenda-se no poeta, os olhos do homem
quando ele vive a sua maior luminos(Idade).
Nota: esta prosa poética é uma miscelânea da leitura que fiz de poemas do poeta Henrique Mendes (http://etletera.blogspot.com)
sexta-feira, 24 de junho de 2011
RETRATO DAS METADES DA ALMA (Republicado sob novo título)
Sombras frias entranhadas
Da meia luz que ilumina
Metade de um lado obscuro
E na outra clara metade
Brilho que às vezes ofusca
Ou ilumina o melhor de mim
Imagens projetam idéias
Pensamentos refratam ações
Espelham íntimas ânsias
Em devaneios e reflexões
São ondas que perpassam
Confusos feixes de raios
Distorcem imagens
Na parte opaca de mim
Na outra iluminada metade
A luz se propaga em ondas
Para abissais labirintos
Via das minhas entranhas
Abstrato, ninho subjetivo
Abjuro o abjeto abismo
Redundante instropecto
Deste agônico solilóquio
Resgato-me na superfície
Na ruptura da interna rusga
Desenham outros espectros
Do concreto que me acerca
No objeto inacessível
Do circunlóquio que fiz.
terça-feira, 14 de junho de 2011
BRUMAS E SONHOS
esconde-se uma montanha,
de verde pálido, do frio
na agonia final do outono.
Coberta de bruma, qual manta
cruel e contraditoriamente,
como barreira cinzenta
para impedir o gélido ar,
que ao cerne quer adentrar.
Queria ter asas de penas,
coladas com cera de abelhas,
como Dédalo deu a Ícaro.
Queria planar sobre a névoa,
soprar-lhe um hálito quente,
dispersar-lhe, artimanhas
para que raios de sol beijem
intensa e calorosamente,
superfície e entranhas.
Minhas asas coladas com cera
derreteriam ao calor do sol
e eu quedaria contente
na alfombra verdejante,
sem imitar passarinho,
com minh’alma de gente,
que faz poesia dos sonhos
e nela feliz me aninho.
domingo, 29 de maio de 2011
SIMPLICIDADE E PERFEIÇÃO
abro a velha janela de madeira,
deixo adentrar a luz do sol,
desta manhã fria outonal.
Ignorando a estação,
surpreendentemente florida,
a goiabeira no quintal.
pousado no galho, garboso,
um negro e belo tucano,
de bico colorido sem igual.
Olhou-me inquieto,
alçou um rápido voo,
para o verde bambuzal,
coberto de azul céu.
Longe vigia a montanha,
a simplicidade na mistura,
das cores da liberdade,
beleza tão natural.
terça-feira, 24 de maio de 2011
UM PRESENTE INESTIMÁVEL
(dedicado à Celêdian Assis)
Erguem-se montanhas
Nos verdes dos teus versos
Erguem-se paisagens matinais
E também noturnas
De estrelas
De madrigais
E da luz natural as farturas
Iluminando o comboio da poesia
Ó, poeta, filha das Gerais
Mulher e poeta em um só corpo poético
Em tudo imagético
Magnético
Poeta de verdes, amarelos e anis
De loiras bandeiras do teu país
Versos desfraldados correm os campos gerais
De lado a lado
Cobertos da rendada neblina
Filó de babado de vestidos de menina
Teus olhos correm além dos cumes
Teus olhos feitos
De ternura e doces ciúmes
Ciúmes das estrofes que são tuas
Correndo pelos campos de flores
Inteiramente nuas
Na cor da pele
Na tez levemente morena
No cheiro das açucenas
E no vento brincando em tuas faces
És poeta maior
Não disfarces
Toma teu poema
Cobre com ele o teu dilema
Poeta de dimensões incalculáveis
Poeta dos imagináveis
E dos inimagináveis
Poeta cujo sublime canto
É feito só de ouro e prata
De pedras preciosas
Do mais caro diamante
Poeta que mina das minas a mais inflamada poesia
Poeta feita de amor
De encanto e de magia
Tânia Meneses
Publicado no Recanto das Letras em 21/07/2010
Código do texto: T2390207
http://www.recantodasletras.com.br/autores/taniamcmeneses
Meu agradecimento: Tânia, minha estimada amiga e poeta de primeira grandeza, aqui me posto beijando as suas mãos carinhosa e agradecidamente, honrada e emocionadamente, por esta poesia que nasceu de uma gestação sobre a sua leitura, muito mais do que meus textos, da minha alma, da minha essência. Você colocou lindamente, a menina, a mulher e a poeta que existem em mim, a minha origem simples de gente que veio do interior, das montanhas de Minas, o meu chão, o meu lar e de onde surgiu o meu olhar de simplicidade para as pessoas e as coisas que me rodeiam. De onde nasceu o meu amor pela poesia e que fizeram deste amor, a minha realização hoje, pois hoje vivo da intensidade das minhas emoções, vividas entre outras coisas, pela felicidade de estar rodeada de gente da mais fina casta de poetas e ainda poder desfrutar-lhes da amizade sincera. Você , Taninha, eu ostento orgulhosamente, como troféu desta amizade, desta conquista que torna meus dias indubitavelmente melhores. Quanto a poeta Tânia Menezes, só posso traduzi-la em poucas palavras, você é a própria poesia. São como partes inseparáveis, interdependentes e como tal, desta relação só poderia nascer a excelência. Suas palavras são suas pernas, seus versos os seus braços, seus poemas coração e alma e no todo você é pura poesia. Obrigada, por este texto indizivelmente belo! Te amo, pessoa linda! Um beijo, de dentro do meu coração.
Celêdian

