
Foto By Jones Poa - Cais do Porto - Porto Alegre – Brasil - Nov. 2011
Dissiparam-se toda as dores,
outrora aportadas no peito,
libertam-se soberbas cores,
descansadas na paz do leito.
Na calmaria, uma paz aquiescida,
não há solidão que amedronte,
solitária quedo-me esquecida,
além dos limites do horizonte.
Atracando-me à margem, frugal,
reluto em deixar-me à deriva,
ancorando-me fundo, abissal.
Na lâmina d’água clara e calma
refletem: em eterna evocativa,
essências, que navegam n’alma.
Minha amiga Celêdian.
ResponderExcluirAinda me amedronto com a solidão da alma. Creio que sequer diante da morte perderei esse temor. Mas, navegar é preciso, não é? O horizonte está logo ali, no entanto, por mais que se navegue, jamais alcançamos definitivamente seu enraizar.
Que belo, minha amiga. Me deu certa melancolia, indo de verso em verso, passeando neste ir e vir pelas rimas. Contudo, foi deveras fácil aportar nesta baia sagrada chamada poesia.
Que bom tê-la aqui. Faz falta.
Abraços, minha amiga.
Marcio
Amigos, o meu blog "A Pequena Notável .poesia do cotidiano." foi alterado para o endereço abaixo:
ResponderExcluirhttp://samarabassi.blogspot.com/
Peço que atualizem e agradeço.
Meu abraço,
Sam
auroras, borais de tarde
ResponderExcluirmas me parecem muito além de por do sol
mas uma silenciar dos olhos
um retalho de céu
um punhado de Deus
uma prece na mão
na calma e no vão
do meu solitário fechar breve de pálpebras.
Lindo como sempre, minha querida.
Meu beijo
Sam
Linda e profunda esta essencialidade alem do horizonte,levando o barco da vida para uma ancoragem tranquila e segura.
ResponderExcluirBela inspiração minha amiga, sempre com um olhar fiel numa imagem.
Meu carinhoso abraço de paz e luz.
Bju.
Trazendo o carinho do meu serzinho.. rss
ResponderExcluirBeijo
Saudades
Tatto/Xipan
Celêdian, que lindo soneto! Estou encantado em conhecer este teu canto. Abraços sempre afetuosos. Fábio.
ResponderExcluirQuerida, obrigado pela visita lá em nossa casa. Volte sempre. Abraços sempre afetuosos. Fábio.
ResponderExcluirO espelho natural da lâmina d´agua, sempre profundas águas, sempre fundo o espelho . Belo soneto !
ResponderExcluirBonito de reler e sentir este poetar voejante.
ResponderExcluirSempre lindo minha amiga.
Carinhoso abraço.
Calêndian.
ResponderExcluirGostei muito deste seu poema. (É sempre muito bom passar por aqui...)
Abraços,
Pedro.
Enquanto eu gozar este belo soneto versos reflexivos, aproveito para enviar uma saudação, em gratidão por sua amável visita ao meu blog.
ResponderExcluirDesculpem a pobreza do meu Português.
Um abraço fraterno
Roberto
Querida Celêdian, queremos te oferecer um lindo selo de artes que recebemos. Está lá no nosso blog. Abraços sempre afetuosos. Fábio.
ResponderExcluirCalêdian, vim conhecer sua página e adorei esse poema. Adoro ficar em solidão de mim com o mundo para produzir minhas crônicas. Um beijo em seu coração.
ResponderExcluirCalêdian,
ResponderExcluirQue maestria esse soneto.
O teu dom é de ser poeta moça!
Obrigada pelo carinho lá no maninho (Marcio).
Um beijo.
Celêdian, minha querida amiga.
ResponderExcluirA blogosfera tá muito chata sem tua presença. Meus 3 padrinhos resolveram tirar uma folga, e todos juntos ainda por cima. Estou me sentindo órfão. rsrs.
Minha amiga, uma Páscoa super-recheada de felicidades pra ti e pra toda a família e amigos.
Bjs.
Marcio
Minha boa amiga Celêdian,
ResponderExcluirapós um hiato de cinco meses, é para mim um prazer imenso voltar a ler e comentar seus excelentes textos literários.
Nesse catorze versos belamente rimados, você nos dá uma lição do que é realmente essencial neste mundo, aquilo que nos vai na alma, as essências do vivido que nos levam à serenidade. Teus versos me trouxeram isso e eu só tenho a lhe parabenizar, e a lhe agradecer.
Continue sempre inspirada, querida amiga, sua poesia continua sendo essencial para muitos que a lêem.
Um grande abraço,
André